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Sites criativos X Sites Otimizados

/ 4 de junho de 2010 / 4

Quem navega há algum tempo pela web, já deve ter percebido que os sites sofreram mudanças em seu padrão visual ao longo da história da internet.
Inicialmente, os sites eram bem delimitados com o menu de navegação localizado, na maioria das vezes, no topo ou na lateral esquerda e o conteúdo na porção direita do site.
Esse padrão “reinou” durante muito tempo e não apresentava muita inovação na forma de apresentação.
Com o aparecimento da tecnologia de animação, possibilitada pelo Flash, todas as limitações existentes na programação de um site foram deixadas de lado. Foi uma verdadeira revolução de criatividade em termos de diagramação e apresentação de conteúdo. Nada mais tinha lugar fixo, ou melhor nada mais era fixo! Menus se movimentavam, giravam, ficavam camuflados em imagens, o mesmo acontecia com o conteúdo.
Atualmente, o padrão mudou novamente, há uma tendência por sites no estilo de portal; com um topo e três colunas na parte de baixo. Normalmente o menu se localiza na coluna da esquerda, o conteúdo principal na parte central e na coluna da direita ficam conteúdos que necessitam de destaque como notícias, novidades, lançamentos, etc.
Para quem observa de fora, a impressão que se tem é que passamos por um retrocesso.
Mas isso tem uma explicação: me corrijam os SEO’s, mas o conteúdo inserido nos arquivos swf, provenientes do Flash, são mais difíceis de serem indexados pelos robôs do Google e demais buscadores.
Como a concorrência pelas primeiras colocações nas páginas do Google tem se tornado cada vez mais acirrada, visto que isto traz visibilidade e visitas aos sites, uma das estratégias para a otimização destes tem sido evitar conteúdos em flash.
Agora eu lhe pergunto: Não seriam os mecanismos de busca que deveriam se adaptar às novas tecnologias fazendo com que seus robôs conseguissem ler o conteúdo inserido em qualquer tipo de programação?
Qual é sua opinião? Deixe seu comentário.
Enquanto isso não acontece, os web designers e SEO’s vão se ajustando às limitações dos buscadores…
Parabéns àqueles que, com tudo isso, coseguem desenvolver sites criativos com lay-outs inovadores.

O significado das formas geométricas Parte II

/ 23 de maio de 2010 / 4

O Ponto é a unidade gráfica mais simples em comunicação visual. Sua representação gráfica é obtida pela marca deixada através do simples contato de algum material (líquido ou sólido) com a superfície.

Tem formato arredondado e é de fácil reconhecimento por nosso cérebro que tem a tendência de simplificar qualquer forma, tentando transformá-la num ponto. Prova disso é que quanto mais nos distanciamos de um objeto (de qualquer formato) mais ele vai perdendo os detalhes até se tornar apenas um pontinho distante. Se levarmos em consideração esta tendência de nosso cérebro ao pensarmos em criar um logotipo, torna-se fácil perceber que quanto menor a quantidade de informação utilizada, mais fácil para que elas sejam retidas na mente do público. Os vários elementos de um logotipo podem até ajudá-lo a ser auto-explicativo, porém exigem mais esforço para serem memorizados.

Isso explica a tendência de simplificação observada em muitos logotipos durante sua evolução.
Tomemos como exemplo o logo da Nike, que inicialmente possuía o nome Nike em sua composição e atualmente, após vários processos de simplificação, utilizar apenas o elemento gráfico.

É evidente que para isso acontecer, houve um enorme trabalho de comunicação e marketing envolvido para manter o nível de recall da marca inalterado.

Então eu pergunto:
Você acha que um logotipo deve inicialmente conter todos os detalhes que possam ajudá-lo a ser melhor entendido, e depois, se for o caso, ser simplificado para facilitar a memorização da marca? Ou, ele já deve ser criado o mais simples possível e evitar o esforço e investimento de um processo de simplificação futuro, ainda que este esforço ocorra inicialmente para facilitar sua compreensão?
Deixe seu comentário, queremos saber sua opinião.

Cliente 2.0

/ 18 de abril de 2010 / 2
Cliente 2.0 – Você está preparado para ele?
Vender significa traduzir em benefícios as necessidades observadas em seus clientes. Para que este mecanismo funcione é preciso conhecer quem é o consumidor com quem estamos lidando.
Para isso, vamos entender como ocorreu a evolução deste consumidor ao longo do tempo.
Inicialmente, num período conhecido como a Era do Produto, as relações comerciais eram conduzidas a bel prazer das empresas. Havia pouca oferta e muita demanda fazendo com que o consumidor se sujeitasse ao que lhe fosse oferecido, isso sem contar o fato de que ele, o consumidor, era bem menos esclarecido e exigente do que é hoje.
Com o passar do tempo, a alta competitividade gerada pelo crescente número de empresas que disputava a todo custo a atenção dos consumidores, fez com que se estabelecesse uma nova era: A Era do Consumidor. Neste momento, as empresas precisaram conhecer as necessidades e desejos de sua clientela e ouvir mais e melhor suas opiniões. Com isso, passaram a reformular e inovar seus produtos e serviços com vistas a atender estas expectativas.
Atualmente, devido ao advento da globalização, além de outros fatores, atingimos patamares tão altos de concorrência, que não basta mais atender as necessidades dos clientes, as empresas precisam ir além, antecipando futuras necessidades e principalmente estabelecendo diferenciais em seus produtos. Estamos na Era dos Serviços.
Mas, a proliferação da tecnologia, a rapidez imposta pela internet , e principalmente a influência das mídias sociais têm modificado ainda mais este consumidor. Podemos seguramente afirmar que já entramos na Era da Informação.
Da Era do Produto para cá muita coisa mudou. Em 1990 com a criação do Código de Defesa do Consumidor, por exemplo, deu-se início a um novo período nas relações de consumo: O consumidor ganhou consciência de sua importância, e logo passou a brigar por seus direitos. com o amadurecimento, parou de brigar e simplesmente começou a virar as costas para as empresas que não atendessem suas necessidades.
Atualmente, após a tecnologia 2,0 (segunda geração de comunidades e serviços web que possibilita maior interação entre os usuários), o consumidor passou a dividir suas experiências com outros consumidores através das redes sociais, e mudou drasticamente a forma de escolher um produto ou marca.
Quem é, então, o cliente 2.0 ?
Conhecidos como geração Y (indivíduos nascidos no final dos anos 70 , anos 80 e início de 90) os novos consumidores 2.0, como aponta a reportagem de 03/2010 da Revista Consumidor Moderno, são:
– Imediatistas, velozes e infiéis a empresas ou marcas;
– Querem tudo na hora, não toleram bem os erros e em caso de frustrações simplesmente mudam de marca;
– Importam-se com a forma e a facilidade de comprar, pois amam a tecnologia;
– Concentram seu foco nos resultados e não nos processos, detêm o poder de compra e conhecem seus direitos;
– São engajados na questão de sustentabilidade, por isso dão preferência a produtos de baixo impacto ambiental, valorizam bens imateriais;
Atualmente, a geração Y já é bastante forte, mas será dominante num futuro breve.
Os novos consumidores também podem ser designados por Geração C:
Colaborativa, que gera Conteúdo, e Conectada.
Portanto, é fácil perceber que estará sujeita a perder espaço entre os consumidores, a empresa que além de fazer uso das tecnologias de informação e seus mecanismos contemporâneos para conhecer as tendências de mercado, não entender as características dos novos consumidores 2.0.
E não importa se sua empresa é voltada a bens de consumo, serviços ou dedicada ao b2b, porque o seu cliente também é 2.0!

Mais sobre mensagens subliminares

/ 16 de abril de 2010 / 2

Dando continuidade ao tema mensagens subliminares, apresentamos outro quadro de Octávio Ocampo que contém elementos subliminares.

Analisando a imagem, facilmente percebemos o rosto de uma mulher, porém ao ampliarmos o quadro, verificamos que seu rosto é formado por esquilos e delineado por um galho de árvore.
Porém isto não é tudo. Oculto no galho, existe a figura de um homem deitado e nú. (clareamos a imagem para facilitar a visualização).
Aí está o subliminar da história… O que significa a presença deste homem ?
Se observarmos sua posição, veremos que seu braços estão para trás como se ele estivesse amarrado, aliado a isso, as folhagens do galho parecem muito mais espinhos do que folhas, dando a impressão de que o homem está deitado sobre eles.
O conjunto todo passa idéia de submissão, e como a mulher tem maior destaque, por estar em zoom, pode ser considerada a dominadora, o que fica mais evidente se observarmos que de sua boca “escorre sangue” (observe melhor este detalhe na foto pequena). Apesar da expressão serena da mulher, o sangue lhe confere um ar perverso (típico de vampiro) que suga as forças de sua vítima.
Essa condição de submissão é reforçada pelos esquilos (supostamente um casal) onde a fêmea (mais gorda) segura o alimento protegendo-o com seu corpo da aproximação do macho.
Você vê outros significados neste quadro? Compartilhe conosco sua opinião, deixe seu comentário.

Teste de Percepção

/ 14 de abril de 2010 / 2

Muito se fala sobre a capacidade de persuasão através do acesso ao lado direito do cérebro que é mais emocional. Também sabemos que cada pessoa possui um lado do cérebro que é dominante, isso define algumas de suas características.

Com este teste é possível descobrir qual dos seus hemisférios cerebrais é dominante; se o esquerdo (mais lógico e racional) ou se o direito (mais criativo e imaginativo).
Concentre-se no movimento da jovem.
Se você a vê rodar no sentido dos ponteiros do relógio o seu hemisfério dominante é o direito. Se para você ela roda no sentido antihorário, então o seu hemisfério dominante é o esquerdo.
Cerca de 40% das pessoas vêem a jovem rodar no sentido horário, 20% no sentido contrário e 40% conseguem ver os dois sentidos.
Diante disso, tivemos seguinte idéia:  Vamos fazer um levantamento para saber se a dominância do lado direito do cérebro se dá mais em homens ou em mulheres. Claro que sem comprovação científica, mas vale como curiosidade. Para isso, deixe registrado (F) para feminino e (M) para masculino junto com o seu comentário: Para você, em qual sentido ela roda?
Fonte: http://www.perthnow.com.au/

Linguagem Subliminar

/ 14 de abril de 2010 / 2

Depois de publicar o post sobre elementos subliminares em logotipos, recebemos vários pedidos para falarmos mais sobre o assunto. Pesquisamos e encontramos um artista que domina muito bem esta arte.

Trata-se de Octavio Ocampo, artista Mexicano nascido em 1943, que utiliza a sobreposição e justaposição de várias imagens para formar um quadro. À primeira vista não percebemos a presença das imagens que formam a cena. Aos poucos vamos descobrindo em cada detalhe do quadro uma imagem “escondida”. O que é mais interessante é que normalmente as imagens que compõem o a cena também fazem parte do tema.
Veja alguns de seus quadros em tamanho reduzido e observe quantos detalhes aparecem quando eles são  ampliados.

A primeira vista vemos apenas o rosto de uma mulher, mas ao ampliarmos o quadro…
 

 
 

 
 
Neste quadro, além das figuras que formam a imagem, encontramos um elemento em especial usado para passar uma mensagem de forma subliminar: Poucos reparam, mas no céu há um avião de caça, que foge do contexto histórico e temporal do tema. Através deste elemento passa-se a idéia de que episódios  como o que ocorreu com a morte de Jesus (de cunho político religioso pela disputa do poder) se repetem atualmente através das guerras, ou ainda que a guerra representa o massacre de uma população oprimida ( veja para onde está direcionado o olhar de Jesus ao carregar a cruz) diante de uma disputa de poder.

 

Você consegue perceber outras mensagens nestes quadros?
Deixe seu cometário a respeito!

Merchandising no Hino Nacional

/ 13 de abril de 2010 / 0

Segundo a Wikipédia:
Merchandising é uma ferramenta de Marketing, formada pelo conjunto de técnicas responsáveis pela informação e apresentação destacada dos produtos no ponto de venda, de maneira tal que acelere sua rotatividade.
No Brasil o termo Merchandising é comumente usado de maneira incorreta, já que refere-se à prática de inclusão sutil de produtos, serviços, marcas e empresas em obras de entretenimento, principalmente audiovisuais, como novelas, filmes, games etc. É uma ação integrada ao desenvolvimento do esquema editorial, por encomenda. Possui custos mais elevados que os da propaganda em si, pois é “digerida” pelo publico com muito mais facilidade do que os comercias comuns nos intervalos.
Veja a seguir um exemplo nada sutil de merchandising no Hino Nacional Brasileiro. Agora vai ser fácil dos jogadores da seleção brasileira cantarem o hino…

Aviso: As marcas e slogans usados neste post são utilizados para mera ilustração e fins informativos e pertencem a seus respectivos proprietários. O editor deste blog não tem propriedade sobre elas e nem as subsidia.

Novidades da Tecnologia USB

/ 13 de abril de 2010 / 0

Vivemos constantemente em busca de dicas e técnicas que possam nos auxiliar na otimização de nossas atividades diárias a fim de conquistarmos mais tempo livre. Se você também vive com esta necessidade, não deixe de ler as 10 dicas para manter seus e-mails em dia
A tecnologia tem desempenhado um importante papel para proporcionar um ganho de tempo em nosso dia-a-dia, porém ao mesmo tempo, ela nos escraviza, preenchendo com novas atividades (que não tínhamos) o tempo livre que ela mesma disponibiliza.

Aí eu pergunto, onde vamos parar?

Quando inventaram a porta USB, na verdade os pesquisadores criaram um cordão umbilical tecnológico para nos conectar com os computadores.
Hoje passamos mais tempo na frente do computador do que lendo, conversando, passeando, dormindo ou às vezes tudo isso junto.
Agora inventaram a Marmita USB que, ligada em seu micro, mantém a comida quente para que você não tenha que “perder tempo” para esquentá-la.

Também tem a Mini Geladeira USB que mantém seu refrigerante na temperatura ideal. Porque Coca-Cola sem gelo ninguém merece…

E as invenções não param por aí. Para que você não se sinta sedentário você pode conectar na porta USB de seu micro, esse hamster que corre na velocidade que você digita. Com certeza depois de algumas horas você estará que nem um louco querendo digitar mais e mais rápido na esperança que o hamster tropece…

Para os apaixonados por animais de estimação que tal um aquário USB?

E ao final do dia, se você estiver cansado, não pense que vai se distanciar do computador para descansar. Já existem massageadores USB para relaxar a tensão. E para os olhos cansados, máscara térmica, também USB.

E nem com a Gripe Suína é preciso se preocupar. É só usar uma máscara respiratória USB que você estará protegido.

Com certeza este é só o começo de uma vida “conectada”.
Só precisamos saber se um dia conseguiremos cortar o cordão umbilical…

O que você acha de toda esta tecnologia? Deixe seu comentário. (‘o’,)

Figuras Geométricas escondidas na diagramação de layouts

/ 6 de abril de 2010 / 2
Ao construir um layout temos que levar em consideração que a diagramação tem bastante influência na absorção do conteúdo.
Existem áreas mais facilmente percebíveis do que outras.
Conhecer estas áreas pode facilitar o trabalho de quem procura atrair a atenção do leitor.
Recentemente foi realizada uma pesquisa chamada  Eyetrack III, liderada pelo O Instituto Poynter, que ajudou a conhecer um pouco como os leitores vêem um layout. A pesquisa foi realizada com 46 pessoas e monitorou o movimento dos olhos dos leitores em sites de notícias. A partir desta pesquisa pôde-se observar um padrão comum que foi “traduzido” através da seguinte figura geométrica:
Os olhos na maioria das vezes se fixaram em primeiro lugar na parte superior esquerda da página, permanecendo nesta área alguns instantes antes de começar o processo de “varredura” da página. Só depois de ler atentamente a parte superior da página por algum tempo é que os olhos passaram a explorar a área de baixo da página.
Dependendo do layout da página, é claro, este padrão pode variar. A imagem acima é uma representação simplificada do padrão de movimento dos olhos.
A pesquisa também levantou as zonas de importância no layout das páginas:

Devemos considerar que a pesquisa foi realizada com base na observação do comportamento em relação a sites de notícias e não podemos generalizar os resultados para todas as mídias, mas já é um bom começo, conhecer este comportamento e saber que determinadas áreas de nosso layout têm mais importância do que outras.
Fonte: http://www.poynterextra.org/eyetrack2004/main.htm

Como fazer meu site vender mais?

/ 1 de abril de 2010 / 5

Se sua empresa tem um site e quer que ele traga resultados ($$$), o primeiro passo é aumentar o número de visitantes e torná-lo popular nos principais sistemas de busca da net (em particular no google).
Mas como aparecer nas primeiras páginas dos buscadores sem gastar com links patrocinados se há tanta concorrência na internet?
Definitivamente este não é um trabalho fácil.
A otimização de sites em mecanismos de busca, trabalho conhecido com o nome de SEO (Search Engine Optimization), tornou-se uma profissão pois envolve diversas técnicas que exigem muito estudo e dedicação.
Então quem deve realizar SEO? Não pode ser algum funcionário da empresa?
Até pode, mas saiba que o SEO exige um esforço contínuo. Quem pensa que otimizar um site se resume em criar um bom título e descrição, escolher as melhores palavras chaves para seu negócio e só, engana-se profundamente. Isso é só o começo, o empenho de SEO sofre influências externas, entre elas o trabalho (e até sabotagem) realizado pela concorrência.
Hoje, as Agências de Marketing contam com profissionais dedicados a este trabalho, que também pode ser chamado de marketing de busca. Assim, é possível oferecer um atendimento completo que integra tanto o marketing convencional como o marketing digital.
Portanto, a escolha é sua.
Vantagens que o trabalho de SEO pode trazer para seu site:
– Aumento gradativo em visitas;
– É a forma mais econômica de atingir clientes potenciais;

– Posiciona o site nos resultados naturais (orgânicos) dos sites de busca, que têm a preferência de cliques dos internautas;
– Traz um tráfego de alta qualidade, segmentado;
– Possui alto índice de conversão, cinco vezes maior do que uma visita gerada por um banner.

Diante de tudo isso, faça SEO antes que seu concorrente o faça!

Elementos subliminares em logotipos

/ 31 de março de 2010 / 0

Como havíamos prometido em outro post, vamos verificar como alguns designers usam elementos subliminares ou subjetivos na construção de logotipos.
Primeiro vamos às definições:
Mensagem Subliminar: A percepção subliminar é a capacidade do ser humano de captar de forma inconsciente mensagens ou estímulos fracos demais para provocar uma resposta consciente. A percepção subliminar é de fato comprovada cientificamente, com inúmeros experimentos que apresentaram fortes evidências.
Mensagem Subjetiva: è aquela que pertence ao sujeito enquanto ser consciente, que é do domínio da consciência.

Fonte: Wikipédia
Em outras palavras, podemos resumir da seguinte forma: subliminar é o que foge à nossa consciência e subjetivo é algo que está “escondido ou camuflado” que podemos perceber conscientemente, porém exige um certo esforço.
Com relação a construção de logotipos o mais comum é a utilização de elementos subjetivos para reforçar alguma característica importante.
Vejamos alguns exemplos:
O logotipo do Habib´s tem em sua construção um apóstrofe invertido! Esse elemento subjetivo ( ele está ali e pode ser percebido conscientemente) passa a idéia de uma esfiha mordida. De forma subliminar este detalhe pode despertar uma vontade incosciente de comer esfiha…
O logo da Amazon tem uma seta que passa a idéia de velocidade, porém poucos associam esta seta à idéia de diversidade: produtos de “a” a “z”.
O logo Fedex também tem uma seta (um pouco mais camuflada) para passar a idéia de agilidade.
Se você não viu, está entre o “E” e o “x”.

Muitos analisam o logo do Banco do Brasil como sendo 2 Bs invertidos e entrelaçados, mas também podemos perceber uma estilização do cifrão “$”, elemento que caracteriza perfeitamente a atividade das instituições financeiras.
Selecionamos apenas alguns exemplos, mas em breve colocaremos outros.
Para quem gostou deste assunto recomendamos visitar o blog Elo Comunicação que tem uma postagem interessante sobre logotipos.

Aviso: As marcas e slogans usados neste post são utilizados para mera ilustração e fins informativos e pertencem a seus respectivos proprietários. O editor deste blog não tem propriedade sobre elas e nem as subsidia.

A persuasão na comunicação

/ 25 de março de 2010 / 1

Persuasão não é uma técnica de lavagem cerebral, mas é a manipulação da mente humana sem que se tenha consciência do que causou uma mudança de opinião.

A diferença entre persuasão e o convencimento é que a persuasão apela para a vontade e a emoção, enquanto que o convencimento apela à inteligência e a razão.
A base da persuasão encontra-se no acesso à parte direita do cérebro que é ligada à criatividade e imaginação. Como a metade esquerda do cérebro é analítica e racional, a idéia é desviar a atenção do cérebro mantendo o lado esquerdo ocupado.
Uma das técnicas para distrair o lado esquerdo do cérebro, muito usada por políticos e advogados é chamada de “apertar o laço”.
Através de um discurso, o indivíduo lança perguntas cuja resposta é SIM. Em seguida coloca argumentos que favoreçam a opinião da platéia a seu favor. Por último vem a sugestão de uma ação alinhada com a opinião do orador. Uma vez que a platéia esteve concordando com a opinião do orador, fica fácil de ser persuadida a aceitar a sugestão.
Veja um exemplo:

“Senhoras e senhores: vocês estão indignados com os altos preços dos alimentos? Vocês estão cansados dos astronômicos preços dos combustíveis? Estão doentes com a falta de controle da inflação? Bem, vocês sabem que o Outro Partido permitiu uma inflação de 18 por cento no ano passado; vocês sabem que o crime aumentou 50 por cento por todo o país nos últimos 12 meses, e vocês sabem que seu cheque de pagamento dificilmente vem cobrindo os seus gastos. Bem, a solução destes problemas é me eleger na próxima eleição” – John Jones, candidato ao Senado dos EUA
Testes recentes feitos pelo pesquisador Herbert Krugman mostraram que enquanto as pessoas assistem à TV, a atividade da parte direita do cérebro excede em número a atividade do lado esquerdo em uma relação de dois para um. Colocando de maneira mais simples, as pessoas estão em um estado alterado… e muito fáceis de persuadir…
Um texto persuasivo busca sensibilizar o lado emocional de seu público alvo, isso explica porque os anúncios exploram tanto as emoções.

Um termo que tem alto poder de persuasão, tanto na linguagem escrita como verbal, é a palavra imaginação. Derivada da palavra imagem, significa criar uma imagem na mente. Ela está entre as palavras mais persuasivas do mundo.
Para comprovar faça o teste a seguir:
Imagine uma praia com o mar tranquilo num dia de sol.
Conseguiu? Ótimo!
Agora tente o seguinte:
Não imagine uma bicicleta num lindo gramado de uma praça.
Conseguiu não pensar na bicicleta? Claro que não.
Isso acontece porque quando falamos ou lemos a palavra “imagine” nossa mente entende o comando como a visão do objeto. Antes de se materializar todas as coisas são criadas primeiramente em nossas mentes.
Novamente estamos lidando com o lado direito do cérebro.

Outra forma de reforçar a persuasão é através dos Comandos Embutidos. Pesquisadores têm mostrado que os movimentos realizados com a mão esquerda ativam o lado direito do cérebro, por isso o orador pode estar dizendo uma coisa e através dos movimentos de sua mão pode estar tentando obter uma determinada resposta através da persuasão. Aqui, entramos na área da Neurolinguística com a influência da linguagem corporal na transmissão de uma mensagem.
Mas isso é assunto para outro post.

10 dicas para manter seus e-mails em dia

/ 17 de março de 2010 / 0

Você já pensou que o tempo é um “produto” perecível, o qual não podemos armazenar para consumir mais tarde e quando desperdiçado não pode ser recuperado?
Por isso devemos começar a administrá-lo de forma consciente.
Administrar o tempo não significa ficar contando os minutos dedicados a cada atividade, mas saber definir prioridades tendo consciência do que, para nós, é mais urgente, dentre as várias coisas que precisamos fazer.
Provavelmente numa sociedade atribulada como a nossa, NUNCA vamos ter tempo para fazer tudo o que precisamos e desejamos fazer. Assim, devemos determinar prioridades e seguir algumas práticas que poderão nos auxiliar maximizar a utilização de nosso tempo.
10 dicas para manter seus e-mails em dia
1- Colocar um mecanismo anti-span
2- Reservar 2 momentos por dia (preferencialmente de manhã e de tarde) para consultar sua caixa de entrada
3- Responda-os imediatamente não os coloque em uma pilha para serem resolvidos mais tarde.
4- Dê respostas rápidas ou encaminhe para quem possa respondê-lo.
5- Delegue algumas correspondências. Para isso adote o padrão de cartas circulares onde não se faz necessário o toque pessoal.
6- Delegue a leitura. Solicite que lhe apresentem apenas o resumo. Além de lhe economizar tempo com o assunto permite avaliar o potencial da equipe
7- Tenha certeza de ficou claro o que você queria transmitir, mesmo que para isso você tenha que se dedicar uns minutos a mais para uma comunicação mais esclarecedora, isso evita retrabalho com um assunto que já estava considerado morto
8- Crie um endereço pessoal para fornecer aos amigos e parentes (para as possíveis inutilidades: piadas, pensamentos, mensagens em PPS) que deve ser consultado fora do horário de trabalho
9- Tente resolver pessoalmente os assuntos que envolvem seus colegas de trabalho (vizinhos de mesa). É mais rápido e evita o acúmulo da caixa postal
10- Organize os e-mails recebidos, que não possam ser deletados, por assunto ou destinatário, isso facilitará uma consulta futura
Todos dispomos de exatamente o mesmo tempo durante o dia: 24 horas. Nem mais, nem menos. Entretanto, uns conseguem realizar uma grande quantidade de coisas num dia, outros, têm o sentimento de que o dia acabou e não fizeram nada. Se você se encaixa no segundo grupo está na hora de mudar…

Devassa, mas nem tanto…

/ 11 de março de 2010 / 1
Desenvolver estratégias criativas para campanhas de comunicação e marketing pode garantir grande parte do sucesso destas campanhas.
Recentemente a Cervejaria Schincariol colocou no ar a campanha publicitária para o lançamento da Cerveja Devassa com a participação da atriz Paris Hilton, que foi suspensa logo em seguida pelo CONAR por considerá-la sexista e apelativa. 
Porém, a proibição gerou mais auê do que os próprios comerciais.

Até o momento já foram registrados mais de 400.000 acessos à versão original do comercial no You Tub.

Aí vem a pergunta: Será que ter a campanha proibida pelo CONAR não fazia parte da estratégia de marketing da Schin?
Num país famoso pelo carnaval, onde as mulheres são “expostas” quase nuas na “vitrine do sambódromo”, que já teve 10 BBB sugerindo relacionamentos fáceis e superficiais, dizer que só a campanha desta cerveja desrespeita a figura feminina e incita ao sexo é brincadeira!
Além do mais, o que se pode esperar de um comercial para uma cerveja cujo nome é DEVASSA?
Mas não tem problema, encontramos a solução para a Schin…==> clic na imagem ao lado para ampliá-la.

Aviso: As marcas e slogans usados neste post são utilizados para mera ilustração e fins informativos e pertencem a seus respectivos proprietários. O editor deste blog não tem propriedade sobre elas e nem as subsidia.

Foque no seu talento

/ 11 de março de 2010 / 0
Não desperdice seu talento fazendo o trabalho para o qual você está pagando para que seja feito.
Certamente você tem atividades demais para ter que cuidar também do duelo travado com seus concorrentes pela participação de mercado.
Como afirma Julio Ribeiro em seu livro Fazer Acontecer:
Se você pretende ganhar um duelo, comece por comprar um bom revólver.
Procure profissionais competentes mesmo que tenha que pagar um pouco mais caro.
No fim a qualidade acaba compensando o investimento.
80% do investimento em propaganda são custos de veiculação. Só 20% corresponde a criação. Os veículos não dão desconto pela má qualidade da propaganda. Isso quer dizer que, se você fizer um anúncio ruim, paga o mesmo preço para veicular que pagaria por um anúncio bom, com resultados completamente diferentes.
Mas não basta recorrer à serviços especializados, se ainda assim queremos continuar centralizando as atividades em nossas mãos.
Novamente como cita Julio Ribeiro – Ao se contratar o serviço de um profissional especializado em comunicação, o que se tem que esperar é um parceiro capaz. Capaz de descobrir os caminhos mais eficientes para realizar os objetivos da empresa. Mas parceria pressupõe igualdade.
A parceria exige participação na responsabilidade. Exige aceitação e respeito quanto à validade da opinião de cada uma das partes.
Os melhores trabalhos são a somatória das inteligências que dele participaram.
Em outras palavras, os melhores trabalhos são aqueles que agregam as competências do especialista em comunicação (MKT e Publicidade) e do especialista no negócio (Cliente).

Identidade Corporativa – Por onde começar?

/ 9 de março de 2010 / 0
Muitas pessoas acreditam que o desenvolvimento da identidade de uma empresa se resume na criação de um logotipo, e pronto. O que é um enorme erro.
A identidade corporativa é um conceito muito mais abrangente do que a imagem passada por um logotipo. Este é apenas a ponta do iceberg no que se refere à construção da imagem corporativa no mercado. Além dele, fazem parte deste processo: a criação e padronização de todos os materiais impressos e de papelaria, a identificação visual da fachada e dos ambientes internos da empresa, a personalização da frota e dos uniformes dos funcionários, além de todo material utilizado na divulgação da empresa nos mais variados tipos de mídia. Onde o mais importante é integrar todos estes materiais dentro de uma mesma linguagem, criando uma unidade entre eles. É o que chamamos de arquitetura da marca.
Veja abaixo alguns bons exemplos, desenvolvidos pela Agência de Comunicação  Top Asiole , do que vem a ser este mix de materiais seguindo uma padronização :

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Porém é importante lembrar a comunicação é que viabiliza a construção da identidade corporativa, e permite que as organizações gerem no ambiente externo uma imagem institucional coerente e competitiva.
Aqui entra em cena uma habilidade extremamente importante para a construção da marca: Brand Governance.
É a capacidade de projetar e sustentar no mercado, uma imagem sólida e diferenciada capaz de identificar e destacar a empresa diante da concorrência.
É lógico, portanto, concluir que somente através da comunicação estratégica e eficiente da identidade, forma-se uma imagem verdadeira na mente do seu público.
Aí eu lhe pergunto quem deveria fazer este trabalho?
(   ) As pessoas de diferentes áreas tratando da comunicação da empresa, cada uma com sua visão?
(   ) Diversos fornecedores contratados, cada qual para desenvolver um material específico com linguagens e estratégias diferentes?
Parece óbvio que NENHUMA das respostas estejam corretas, não é? Mas é o que mais acontece…
Com certeza deveria ser um profissional ou uma empresa especializada em comunicação integrada …